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	<title>Canvas Webhouse</title>
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	<description>Agência Interativa</description>
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		<title>O novo algoritmo do Google</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 05:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canvas</dc:creator>
				<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Entenda o que muda e as razões que fizeram o Google atualizar mais uma vez seu algoritmo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Google</strong> está ficando mais rápido e mais esperto. Com as alterações em seu algoritmo, anunciadas agora em novembro, a empresa informou que <strong>35% dos seus resultados de busca serão afetados</strong>. Como Matt Cutts adiantou ainda em 2010, a empresa tem investido pesado na sua capacidade em indexar notícias saídas do forno. Assista abaixo:</p>
<div class="myvideotag" style="width: 640px;"><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/Ecquzx1_EQ4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Existem hoje basicamente duas grandes razões para a melhoria do algoritmo.</p>
<p><strong>Primeiro, a web está mais &#8216;social&#8217;, e assim, mais &#8216;realtime&#8217;</strong>. Logo, é preciso que as buscas consigam identificar quais assuntos são importantes em uma determinada época para saber como classificá-los (Page Ranking). Se você está procurando por um evento que acontece regularmente (o Oscar, por exemplo), é provável que queira notícias mais frescas em um certo período do ano do que em outro. Da mesma maneira, se um assunto está quente, palavras-chave associadas a ele podem apontar para resultados distintos de acordo com a sua relevância e contexto naquele momento. O termo &#8220;Wall Street&#8221;, por exemplo, traz resultados ligados ao movimento &#8220;Occupy Wall Street&#8221;, que está vivo e pulsante na época da redação deste post.</p>
<p>Ou seja, o Google não apenas está indexando a Web com mais velocidade &#8211; o que já não é novidade há algum tempo -, mas também entendendo melhor <strong>quando</strong> um determinado assunto deixa de ser ou se torna relevante. Agora que o contrato entre o gigante das buscas e o Twitter expirou, o endereço <strong>google.com/realtime</strong> redireciona o visitante para a home do site &#8211; o que possivelmente indica como o fator tempo está fazendo parte do cálculo final, e não mais sendo tratado como uma entidade à parte. Quem sabe, isso também pode significar que o <strong>Google+</strong> será utilizado como fonte principal no futuro.</p>
<p><strong>Segundo, a quantidade de web spam é muito grande</strong>. Quando falamos em web spam não nos referimos às mensagens indesejadas nas nossas caixas de correio, mas à enorme quantidade de páginas e documentos online que conseguem enganar as ferramentas de buscas. Se o Google não quer perder mais terreno para concorrentes como o Facebook, que é cada vez mais usado como fonte de pesquisa, ele precisa saber filtrar melhor seus resultados.</p>
<p>Despontar entre os primeiros lugares nos resultados do Google se mostra estratégico para qualquer negócio. Assim, um grande número de profissionais e empresas especializaram-se na <strong>otimização de sites (SEO)</strong>. Se por um lado isso é bom, já que a otimização pode ajudar quem está fazendo a busca, por outro também traz reflexos negativos. Compreender melhor o algoritmo fez com que sites com pouca relevância tenham conseguido ocupar um espaço que não merecem. Aqui na Canvas, só utilizamos técnicas de &#8216;white hat&#8217; em projetos de SEO. Não são apenas as que garantem resultados de longo prazo, mas também são as incentivadas pelas próprias ferramentas.</p>
<p>Um série de melhorias tem ajudado o Google em apurar melhor o enorme volume de conteúdo que indexa a cada minuto. É o caso da <a title="Bloqueando resultados indesejados no Google" href="http://www.google.com/support/websearch/bin/answer.py?hl=en&amp;answer=1210386" target="_blank">busca personalizada</a>, por exemplo.</p>
<p>A comunidade de profissionais ligados ao tema ainda está debatendo quais são os impactos reais das novas mudanças. Acredita-se que o reflexo será menor do que o anunciado, visto que algumas dessas alterações já vem sendo colocadas em prática aos poucos. Ainda assim, o novo algoritmo do Google apresenta uma série de novidades &#8211; como a indexação de código AJAX, apenas para citar uma delas.</p>
<p>Claro que você pode &#8211; e deve &#8211; baixar o <a title="Melhores Práticas SEO Google" href="http://static.googleusercontent.com/external_content/untrusted_dlcp/www.google.com/en//webmasters/docs/search-engine-optimization-starter-guide.pdf" target="_blank">Guia Google de Melhores Práticas SEO</a>. Agora, se o seu site precisa ganhar mais visibilidade e você prefere não estar sozinho(a) na empreitada, <a title="Dúvidas sobre SEO? Entre em contato conosco." href="http://canvas.com.br/contatos/">entre em contato conosco</a>. Nós podemos ajudar.</p>
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		<title>Experiência do usuário: mais importante do que conteúdo [vídeo]</title>
		<link>http://canvas.com.br/2011/11/03/experiencia-usuario-conteudo-video/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 05:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canvas</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>

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		<description><![CDATA[Jornalistas e redatores precisam aprender a pensar como designers.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matt Carlson (Hot Studio) é sem sombra de dúvidas um pioneiro. Estava entre os designers convidados para desenhar as primeiras revistas para o iPad &#8211; antes mesmo que a tablet da Apple chegasse às prateleiras. Para ele, que enfrentou o desafio em criar uma plataforma para 2.400 títulos sem ter tido a chance de saber exatamente com o que estava lidando, é mais importante focar na <strong>interação</strong> do leitor do que simplesmente em <strong>consumo de conteúdo</strong>.</p>
<p>Aqui na Canvas a gente (com)partilha desse ponto de vista. Em uma época em que o mercado editorial se reorganiza e testa modelos que funcionem no mundo online, a experiência do usuário é estratégica, essencial para os negócios. Em um device que possibilita mobilidade, tem espaço de tela e oferece conteúdo multimídia literalmente nas pontas dos dedos, pensar só o conteúdo não é suficiente.</p>
<div class="myvideotag" style="width: 640px;"><iframe width="640" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/vB8obkbBHKI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>Matt esteve no <strong>Web 2.0 Expo San Francisco 2011</strong>. Nós também. Compartilhamos aqui a entrevista que deu após sua palestra. Se quiser saber mais sobre ela, veja aqui os slides de &#8220;<a title="Touching Stories no Web 2.0 Expo SF 2011" href="http://www.hotstudio.com/presentations/touching-stories-designing-digital-magazines-ipad-1" target="_blank">Touching Stories: Designing Digital Magazines for the iPad</a>&#8221; (pedimos desculpas pelo vídeo somente em inglês, mas se você solicitar, quem sabe não produzimos uma tradução?)</p>
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		<title>O que é Data Visualization?</title>
		<link>http://canvas.com.br/2011/10/30/data-visualization/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Oct 2011 20:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canvas</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[Para estudiosos, existem seis métodos de visualização: Dados, Informações, Conceito, Metáfora, Estratégia e Composto. Entenda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://canvas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/WhatisDataVisualization_4e2f8fed088992.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-96" title="WhatisDataVisualization_4e2f8fed08899" src="http://canvas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/WhatisDataVisualization_4e2f8fed088992-995x1024.jpg" alt="O que é Data Visualization?" width="640" height="658" /></a></p>
<p>Créditos: <a href="http://visual.ly/users/ffunction" target="_blank">visual.ly/users/ffunction</a></p>
<p>&#8220;<strong>Data visualization</strong>&#8221; é um disciplina onde diferentes expertises são sobrepostos &#8211; como interpretação de dados, comunicação visual e design de interface, por exemplo.</p>
<p>O fator mais importante na representação gráfica de informações certamente está relacionado a uma boa gerência e análise dos dados. Apesar da importância da estética &#8211; e dos belíssimos infográficos que são compartilhados todos os dias na internet -, é muito comum o desequilíbrio entre forma e função neste tipo de projeto.</p>
<p>A relevância da nova disciplina tem crescido e novos cursos surgem todos os dias. É o caso do e-learning <a title="Visual Literacy" href="http://www.visual-literacy.org" target="_blank">Visual Literacy</a> &#8211; resultado da parceria entre universidades suiças. Ainda em 2007, na Conferência do GVE (IASTED), os professores Ralph Lengler e Martin Eppler apresentram um <em>paper</em> interessante. Nele, a disciplina se divide em 6 métodos de visualização: Dados, Informações, Conceito, Metáfora, Estratégia e Composto (este último uma mistura dos 5 anteriores). O paper virou representação gráfica, obviamente. É a famosa <a href="http://www.visual-literacy.org/periodic_table/periodic_table.html" target="_blank">Tabela Periódica dos Métodos de Visualização</a>.</p>
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		<title>Data Visualization e arte</title>
		<link>http://canvas.com.br/2011/10/05/data-visualization-dubois/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 18:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canvas</dc:creator>
				<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[Data visualization vira arte no Web 2.0 Expo 2011 em Nova York. A Canvas estava lá e viu o trabalho de R. Luke DuBois.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float: none;" title="Emancipation" src="http://canvas.com.br/wp-content/uploads/2011/10/dubois.png" alt="Hindsights" width="531" height="375" /><br />
Em exposição recente no <strong>Web 2.0 Expo 2011</strong> em Nova York, o músico e artista plástico R. Luke Dubois apresentou um keynote muito bem-humorado, chamado &#8216;<strong>Sex, Lies and Data Mining</strong>&#8216;.</p>
<p>DuBois mostrou alguns de seus projetos de <strong>data visualization</strong>. A partir de dos perfis de 19 mil perfis em sites de <em>dating</em>, DuBois traçou mapas divertidíssimos &#8211; como o que mostrava as práticas sexuais preferidas pelos norte-americanos por região, por exemplo.</p>
<p>O trabalho mais interessante, no entanto, foi realziado pouco antes das Eleições de 2008. No projeto &#8216;<strong>Hindsight is Always 20/20</strong>&#8216;, DuBois se utilizou de um software para identificar as palavras-chave mais concorrentes nos discursos anuais ao Congresso, realizado pelos Presidentes daquele país. Para facilitar a compreensão do que se passava apela cabeça deles &#8211; e quem sabe até para medir sua &#8216;acuidade visual&#8217;, DuBois a Tabela da Snellen &#8211; aquela que conhecemos das clínicas de oftalmologia.</p>
<p>O resultado foi uma série de imagens reveladores, que ilustram com precisão os temas mais debatidos durante o evento &#8211; <strong>Design + Dados</strong>. Acima você vê como ficou o quadro de Abraham Lincoln. Para conhecer mais o projeto, vale uma visita ao site <strong><a title="Hindsight Is Always 20-20" href="http://hindsightisalways2020.net" target="_blank">hindsightisalways2020.net</a></strong> (procure por George Bush, e <a title="Fale conosco" href="http://canvas.com.br/contatos/">nos diga</a> se não te parece absolutamente preciso).</p>
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